Não vou ficar repetindo fatos desagradáveis que já narrei aqui porque nem eu mais tenho paciência de lembrar deles.
Digamos que, há dois anos eu decidi me afastar de uma grande amiga. A amizade andava pesada, intensa demais, só que de um modo negativo. Não estava rolando respeito. Por isso resolvi dar uma AFASTADA.
A ideia não era deletar, excluir essa pessoa da minha vida, e sim, dar um tempo simplesmente. Mas, curiosamente, pra ela não foi assim. Msn, e-mail, orkut, telefone...em tudo o que ela poderia, me deletou.
Até aí, direito dela, certo?
A merda toda começou quando os amigos em comum foram soltando suas histórias, quando fui descobrindo que a meta era queimar meu filme da maneira mais irreversível possível com o maior número de pessoas que ela pudesse, inclusive as que ela pouco conhecia e que faziam parte do meu Universo.
A partir daí, achei doença. Não concebo a ideia de neguinho te tratar como rei e, tramar o golpe de estado quando vc vira as costas.
Vou te contar que até mentir pra mãe de amigo meu ela mentiu.
Minha conduta diante disso é bem simples!
Me afasto, ignoro a existência da pessoa e espero que ela me esqueça também.
Obviamente que meu sangue não é de barata, então, durante um tempo é capaz que eu fique irritada, cheia de vontade de falar um monte de merda pra pessoa.
Mas, como diz a Patrícia no blog dela: "Nego te encontra e fala "opa tudo bom? saudades" e te dá um abraço. Sendo que nego sabe o que fez e se não souber, pior, dentro daquilo tudo que eu acho. A pessoa tem obrigação de saber. Não vem com esse papo de "aconteceu alguma coisa? o que eu te fiz?", sabe."
Aí, sabadão, saio felizona com o namorado e um amigo dele. O bar fecha e a gente resolve ir pra um outro bar, tomar a saideira.
Lá na mesa, os 3 empolgados, rindo, e, quando olho pro lado, vejo a tal amiga vindo em minha direção.
Num primeiro momento pensei que ela estivesse indo em direção a outra mesa, mas não...ela chegou, braços abertos, sorrindo com os olhos, como se NADA NUNCA tivesse acontecido.
Como se ela jamais tivesse feito qualquer coisa contra mim; Como se ela me adorasse muito e fizesse, sei lá...2 meses e não 2 ANOS que a gente não trocava uma palavra.
Perguntou dos meus pais, quis saber do meu trabalho (provavelmente pra me contar do dela, afinal, ela deve ter achado que eu continuava com a minha vidinha sem futuro e tal e, nesse momento MUITO orgulho do meu trabalho atual).
Tenho certeza de que ficou muito claro o quanto eu estava achando a presença dela ali absurda.
Porra, vc vai lá, fode com a minha vida pelas minhas costas e ainda se faz a vítima, queima meu filme até com quem não me conhece e surge querendo me dar um abraço sincero (JURO que, nos olhos dela, havia carinho, sinceridade)? Eu não tinha te visto e nem a veria, brother...
É cara de pau, memória fraca ou desvio de conduta (tipo doença mesmo)?????
Fala sério...
Que fique claro a quem possa interessar:
Não, eu não tenho mais nada contra você, e não me interessam seus motivos. PASSOU, ficou láaaa atrás.
No hoje não cabe falar, revirar nem tentar resolver o assunto.
Simplesmente desejo que vc seja feliz, que colha os frutos das suas atitudes bem longe de mim, ok?
Sucesso, gata e, se me encontrar novamente na rua, tenha a dignidade de fingir que não me viu, pq embora eu não a tenha visto, se o tivesse, com certeza fingiria que não vi!
***muah***
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Coerência, cadê?
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Pensando em:
Contos da minha vida,
Fatos da vida real,
Freud explica,
Momentos de revolta
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