quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Conto de Fadas Moderno - Parte VII *

quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Parte I
Parte II
Parte III
Parte IV
Parte V
Parte VI
Nada como uma donzela fragilizada para comover um homem gentil, certo?
ER-RA-DO!
O Vinícius sumiu! Virou areia totaaaal! Passei quase 30 dias sem vê-lo, sem um telefonema, e com efêmeras e eventuais esbarradas no MSN.
Obviamente, ele sempre estava gentil, perguntava como eu estava, queria saber de mim, mas com uma distância, uma postura do tipo "no more, baby" que me intrigava e me irritava absurdamente.
Chorar? Puts....não chorei! Mas doeu, doeu com força!
Meus amigos se solidarizaram, se emputeceram e cuidaram de mim pra eu ficar boa logo.
Coisas das nossas vidas pessoais transformaram 30 dias em 60. Fui operada, ele viajou umas 5 vezes a trabalho numa correria louca.
Numa dessas viagens (ele estava em Seattle se não me engano), nos encontramos online no MSN.
Eu já tinha ligado os pontinhos...ligações problemáticas, o semblante apático, o sumiço. Não é preciso ser Sherlock Holmes pra desconfiar que eu não tava mais nem no banco de reservas... Eu tinha sido cortada!
Até aí, tudo bem vai...quantas vezes a gente não acha que um pangaré é um puro sange árabe legítimo e lindo? Quem é que tem obrigação de corresponder o amor que lhe é ofertado? Como se a gente pudesse escolher...blablablá
Enfim, pelo MSN, ele resistiu, pediu desculpas, disse que não achava justo comigo conversar coisas importantes via telefone ou internet. Que queria me encontrar pra conversarmos, mas que, devido às viagens, estava tudo muito corrido.
Ah...a essa altura eu já estava sem saco pra mais nada, e lancei: Darling, eu sempre soube que vc estava numa situação delicada de quem acabou de sair de um casamento e tal. Não se preocupe, eu só queria que VOCÊ tivesse me contado que voltou com ela, e não que minha intuição fosse a mensageira.
Ele me pediu zilhões de desculpas, foi um gentlman, disse que queria me ver ainda assim pq me devia explicações, afinal me respeitava. Disse que queria continuar meu amigo e, que eu fui a melhor coisa que havia lhe acontecido.
Encheu minha bola, falou coisas bonitas que me pareceram bem sinceras e, que foram suficientes para que eu entendesse que eu estava fora desse campeonato.
Resolvi seguir minha vida e ignorar minha intuição por alguns dias, afinal, sabia que ela ficaria embebida no gosto amargo do orgulho e, na esperança doce de tê-lo de volta pra mim.
Passaram - se semanas...e, a feladaputa da intuição começou a me deixar surda mais uma vez.
Embora não tenhamos nos falado desde os esclarecimentos MSNêmicos, minha intuição urrava: Não fecha esse livro porque ainda existem páginas a serem escritas, e uma infinidade de páginas a serem lidas....

2 comentários:

Anônimo disse...

num creio q vc postou de novo bem agora!!! passei so p dar uma espiadinha.. quero ler todos os textos .. mas to sem tempo.. tenho ir p facul nesse exato momento..
e a curiosidade?! onde fika???
hauhuiahiuha
agora sooooooooooo amanha?!
leitora alucinada com a escritora é assim mesmo

bjuuus
amooo

Anônimo disse...

pronto liiiii

e agora?? hiuahihaiuhai

 
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